Diversidade e inclusão

Instrumento legal estabelecido pelo Conselho Universitário dispõe sobre a violação de direitos humanos e a erradicação de atos discriminatórios, de qualquer natureza, no âmbito da UFMG. A Resolução baseia-se no compromisso da instituição com a formação acadêmica e cidadã e com a erradicação de todas as formas de intolerância, discriminação e violação de direitos humanos.

Universidades são espaço de multiplicidade e diversidade de saberes, trajetórias e sujeitos. Como instituição pública alicerçada em valores democráticos e éticos, a UFMG procura se constituir como uma universidade de qualidade e inclusiva, justa e equânime, aberta a acolher os talentos em sua diversidade característica.

A consolidação dessas metas está estreitamente relacionada aos Direitos Humanos e conta com ações da comunidade acadêmica e com uma política institucional de respeito à diversidade, valorização da diferença e reconhecimento dos múltiplos saberes.

Essa política se destina a combater o racismo, o sexismo, a homofobia, o assédio moral, as violências físicas, simbólicas ou morais e outras formas de discriminação e preconceito.

Diversas medidas estabelecidas pela UFMG têm procurado ampliar o cumprimento dessa agenda de direitos. Decisões sobre proibição do trote, adoção de nome social e apoio a núcleos de pesquisa e extensão relacionados a temas e serviços sobre grupos que sofrem com discriminações fazem parte dessa agenda. 

A comunidade é parceira nesse compromisso e conta também com canais, como a Ouvidoria, no apoio à defesa de seus direitos. O contato pode ser feito pelo telefone (31) 3409-6466 ou email ouvidoria@ufmg.br. 

Proibição do trote

Atividades que envolvem agressões físicas e morais ou que as incentivam, entre membros da comunidade universitária, não são permitidas na UFMG. Resolução nº 06/2014 de 27 de maio de 2014 disciplina a questão internamente. A Universidade possui página na web sobre o trote. Nele, encontram-se síntese sobre o que é considerado trote, as penalidades, e o teor completo da norma que rege essa prática na institução.

Nome social

Nome social é o prenome pelo qual pessoas travestis e transexuais se identificam, são reconhecidas e identificadas em suas relações sociais.

Na UFMG, a Resolução nº 09/2015, de 07 de julho de 2015, assegura a servidores, alunos e demais usuários da Instituição, cujo nome de registro civil não reflita sua identidade de gênero,o direito de uso e de inclusão do seu nome social nos registros, documentos e atos da vida funcional e acadêmica. As informações sobre a Resolução estão em página na web dedicada ao tema.

FaE