A qualificação dos servidores, o atendimento à saúde do trabalhador, a melhoria da qualidade de vida no trabalho e a implantação de sistemas de avaliação de desempenho são ações centrais na política de recursos humanos da UFMG. Conheça os projetos e acesse os formulários no site da Pró-reitoria de Recursos Humanos.

Servidores Docentes

O corpo docente da UFMG é composto por servidores efetivos dos cargos do Magistério Federal e por servidores temporários - os professores substitutos e visitantes / visitantes estrangeiros. Além desses servidores, a força de trabalho docente da UFMG conta também com a colaboração de professores convidados e Professores Eméritos, que consistem de voluntários, majoritariamente professores aposentados, que continuam atuando principalmente junto aos programas de pós-graduação.

Um dos aspectos que mais fortemente determinam a capacidade de uma Universidade para produzir conhecimento novo, para tratar questões emergentes, para formar egressos com capacitação técnico-profissional diferenciada, é a qualificação de seu corpo docente. Normalmente se entende que um requisito para que um docente possa atuar plenamente no ensino de graduação e de pós-graduação, na pesquisa e na extensão inovadora, é a titulação no nível de doutorado.

Em virtude disso, a UFMG desenvolveu, nas duas últimas décadas do século XX, um intenso programa de qualificação docente que resultou, antes da virada para o século XXI, na constituição de um corpo docente majoritariamente constituído por doutores. Hoje, praticamente todos os concursos para cargos de docente na UFMG exigem o título de doutor e a quase totalidade do corpo docente tem doutorado.

Avaliação da Atividade Docente
A atividade dos docentes do ensino superior normalmente é caracterizada por ser submetida a todo um elenco de processos avaliativos, cobrindo uma diversidade de dimensões. Alguns desses processos são incrustrados na própria rede de conexões que constitui um sistema nacional e um sistema internacional de universidades que interagem umas com as outras.

Exemplos disso são o processo de avaliação de publicações pelos pares nos periódicos científicos e nas editoras acadêmicas, o processo de avaliação de projetos de pesquisa nas agências de fomento, o processo de atribuição de bolsas de pesquisa, entre outros. Esses processos, por sua vez, são interligados com processos formais de organização do funcionamento de instâncias diversas da instituição. Assim, por exemplo, os programas de pós-graduação das universidades brasileiras são avaliados pela CAPES a partir de indicadores de produtividade científica dos respectivos corpos docentes.

No caso da UFMG, a decisão institucional tomada décadas atrás de se constituir como centro de excelência reconhecido internacionalmente se traduziu na articulação interna de mecanismos diversos de avaliação que guardam consonância com tal objetivo. Assim, por exemplo, os departamentos da UFMG são avaliados, para fins de dimensionamento, a partir de indicadores que consideram parâmetros como a produtividade científica. Os departamentos, por sua vez, ao definir seus critérios de avaliação de docentes, estabelecem metas que procuram viabilizar a obtenção de bons resultados na avaliação departamental. 

Do ponto de vista dos docentes, as avaliações de sua atividade podem ser referentes a aspectos específicos de sua atuação ou podem ser avaliações globais, envolvendo muitas dimensões. As avaliações globais, por sua vez, normalmente sintetizam os resultados de várias avaliações específicas, ou ainda de avaliações globais de menor escala. Em ambos os casos, podem ainda ser internas à instituição ou ser produzidas por instâncias externas. Algumas das avaliações globais, por fim, têm resultados traduzidos na progressão para níveis mais elevados da carreira. 

Servidores Técnico-administrativos em Educação

Um projeto de construção de uma instituição de excelência pressupõe uma alta qualidade em todos os aspectos da atividade institucional. Nos últimos anos, a UFMG vem desenvolvendo políticas para os servidores Técnico-administrativos em Educação que visam, por um lado, aumentar o bem-estar no trabalho – condição necessária para uma atuação comprometida – e, por outro lado, procuram elevar a qualificação profissional do corpo de servidores – requisito para se atingir a excelência no funcionamento de cada setor da instituição. Tais políticas vêm sendo construídas em articulação com a cultura institucional de avaliação, já bem estabelecida na UFMG, que possibilita o constante aperfeiçoamento de processos.

Como resultado das políticas que vêm sendo desenvolvidas ao longo das últimas décadas, a UFMG conta hoje com um quadro de servidores TAEs cuja grande maioria possui pelo menos graduação. Além disso, mais da metade desses servidores já concluíram um curso de pós-graduação.

Avaliação
Os servidores TAEs da UFMG passam por dois tipos de processos avaliativos: a avaliação de estágio probatório e a avaliação anual de desempenho. A avaliação de estágio probatório avalia a aptidão, a adaptação do servidor à Instituição e o desempenho das atribuições do cargo de provimento efetivo para o qual foi nomeado.

Além da avaliação de estágio probatório, ao fim do qual o servidor adquire estabilidade, a UFMG pratica também a avaliação anual de desempenho dos servidores. O processo inclui autoavaliação, avaliação do servidor pela chefia e vice-versa, avaliação da equipe, planejamento para o ano seguinte e discussões sobre competências organizacionais, qualidade e produtividade.

Esse modelo de avaliação vem sendo considerado importante instrumento gerencial da Universidade e oportunidade de reflexão crítica dos servidores acerca do próprio desempenho em relação às metas institucionais pactuadas com as equipes. Tal processo visa à formação de um olhar para a política de gestão de pessoas que valorize aspectos pedagógicos, de forma coletiva e participativa.

Concursos

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