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Pesquisadores questionam fim de Programa de Demandas Espontâneas

Segundo a Capes, programa era pouco expressivo, tendo atendido apenas 63 propostas em 3 anos de vigência

Pesquisadores perderam mais uma fonte de financiamento
Pesquisadores perderam mais uma fonte de financiamento Laboratório de Arqueometria e Preservação em Arqueologia no Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG

Uma portaria publicada no Diário Oficial da União indica o fim do Programa de Demandas Espontâneas e Induzidas (PDES) da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).  Criado em 2016, o programa apoiava propostas estratégicas em educação, ciência, tecnologia e inovação mas tinha, segundo a Capes, pouca expressividade, tendo atendido apenas 63 propostas em três anos de existência. Projetos em execução serão mantidos, bem como serão mantidas as análises dos projetos já submetidos à análise.

A Capes informou à UFMG Educativa que a portaria foi revogada principalmente porque as propostas recebidas poderiam ser atendidas por outros programas ou editais da Capes, como os programas Professor Visitante no Exterior(PVex), Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE), Apoio a Eventos no Exterior (Aex) e Apoio a Eventos no País (Paep). A Capes ressaltou ainda que a maior parte das solicitações não eram compatíveis com o escopo do programa e ainda eram apresentadas em duplicidade a outros programas, gerando retrabalho nas análises.

 A UFMG Educativa ouviu pesquisadores para entender os impactos do fim do PDES.  

Ouça a reportagem de Luana Lima

Acesse aqui a portaria nº 59 de 20 de março de 2019 sobre o Programa Demandas Espontâneas e Induzidas