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Inflação cai, mas preços ainda pesam no bolso do brasileiro

Levantamento na capital mineira seguiu a tendência nacional

Valor ficou abaixo do piso inferior da meta fixada pelo Copom, Comitê de Política Monetária, que era de 4,5%
Valor ficou abaixo do piso inferior da meta fixada pelo Copom, Comitê de Política Monetária, que era de 4,5% Beto Barata/ Agência Brasil

A inflação oficial do país fechou 2017 no menor patamar desde 1998. O IPCA, Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, chegou ao final do último ano com alta acumulada de 2,95%, valor abaixo do piso inferior da meta fixada pelo Copom, Comitê de Política Monetária, que era de 4,5%. Mesmo com o resultado positivo diante dos índices dos últimos anos, as pessoas reclamam que o orçamento ainda está apertado. 

A capital mineira seguiu a tendência nacional, de acordo com dados do Ipead, Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis de Minas Gerais. Enquanto o índice nacional da inflação foi de 2,95%, na capital mineira ele chegou a 3,94%. A queda nos preços de alimentos é um dos destaques em relação a Belo Horizonte. 

Também segundo levantamento do Ipead, a alimentação na residência, com destaque para os produtos “in natura”, teve redução de 13,88% dos preços na capital mineira. No Brasil, a queda foi de 1,87%. Já a gasolina foi a vilã do orçamento dos brasileiros, com alta de 10,32%. Em BH, o índice foi de 13,69%. 

Ouça a reportagem de Larissa Arantes