A UFMG inicia as discussões para a implantação temporária e emergencial do regime de ensino híbrido na graduação, que mescla atividades remotas e presenciais. O movimento ocorre no âmbito do amplo planejamento que a Universidade tem feito para que o retorno às atividades presenciais ocorra de maneira gradual e participativa, sempre com base nas evidências científicas disponíveis e nos indicadores da pandemia.

Não há uma data definida para o retorno presencial amplo. A transição do Ensino Remoto Emergencial (ERE) para o Ensino Híbrido Emergencial (EHE) envolverá toda a comunidade acadêmica, com o estabelecimento de critérios, diretrizes e parâmetros (leia mais sobre EHE nas abas abaixo).

A ideia é que esse regime seja implantado em sintonia com os parâmetros estabelecidos pelo Plano para o retorno presencial de atividades não adaptáveis ao modo remoto. Assim, se as cidades em que a UFMG mantém campi estiverem no cenário de retorno relativo à etapa 1, o teto de ocupação dos espaços físicos será igual a 20%; se estiverem no cenário relativo à etapa 2, o teto de ocupação será de 40%.

A pandemia de covid-19 tem exigido, há mais de um ano, adaptações na forma de funcionamento da Universidade, com migração da maioria das atividades para o modo remoto. Com base em evidências científicas disponíveis, é preciso orientar a comunidade acadêmica da UFMG sobre quais são as balizas para planejar o retorno presencial gradual e seguro das atividades acadêmicas, considerando a relevância e a responsabilidade social da UFMG.

Esse planejamento deverá ser feito considerando-se o compromisso da Universidade com a preservação da vida e com a formação de qualidade, ética e cidadã dos seus estudantes de graduação, a diversidade do corpo de servidores e estudantes e, ainda, as condições epidemiológicas e assistenciais de Belo Horizonte e Montes Claros, cidades em que a UFMG mantém campi.

A UFMG encontra-se na etapa 1 do Plano, mantendo, em até 20%, o teto de ocupação dos espaços físicos e, em modo remoto, as atividades que não exigem presença in loco. Quem desempenha atividades presenciais deve acessar o Monitora Covid todos os dias antes de se dirigir à UFMG.

Cuide de você, cuide da comunidade UFMG, cuide de sua cidade!

Atualizado em 26/07/2021.

  1. Plano para o retorno presencial de atividades não adaptáveis ao modo remoto

    O Plano para o retorno presencial de atividades não adaptáveis ao modo remoto prevê quatro etapas (0 a 3) de evolução do retorno presencial das atividades não adaptáveis. Em cada etapa foi definido o número máximo de pessoas (servidores, terceirizados e estudantes) que circulam na unidade simultaneamente, significando um teto de ocupação, para a realização de atividades não adaptáveis ao modo remoto.

    O objetivo é reduzir significativamente o número de pessoas em circulação em cada unidade e garantir condições para o distanciamento social, implementação progressiva do monitoramento e controle de surtos. Foram estabelecidos critérios quantitativos relativos ao teto de ocupação dos espaços de modo a garantir o distanciamento social e a implementação do monitoramento das pessoas que circulam nesses espaços, bem como condicionantes, indicadores de monitoramento e fluxos de autorização.

    A autorização de uma etapa não significa que seja obrigatório haver atividade presencial na Unidade. Enquanto a pandemia não for controlada, permanece válido o princípio de que quanto menos pessoas circulando, mais seguro. A evolução para uma nova etapa deve ser autorizada pela Reitoria, a partir da assessoria do Comitê de Enfrentamento ao Novo Coronavírus, e depende de: estabilização e melhoria dos indicadores epidemiológicos e assistenciais da cidade; adesão da comunidade da universidade às medidas comportamentais; monitoramento eficaz; e ausência de surtos nas unidades e na UFMG. 

    Atualizado em junho de 2021, o Plano traz novos critérios para avaliação das quatro etapas previstas (0 a 3); nova referência para avanço ou retrocesso de uma etapa para outra; recomendação para a ampliação da testagem, com a incorporação dos contatos assintomáticos, respeitada a capacidade dos laboratórios da UFMG; e reforço à adesão ao MonitoraCovid que deve ser preenchido por todos que realizam atividades presenciais e por aqueles, mesmo em trabalho remoto, que precisam de orientações no Telecovid-19 (sistema de teleconsulta com profissional de saúde do Hospital das Clínicas da UFMG).

    - Na Etapa 0, as atividades presenciais ficam suspensas, e apenas as essenciais e de manutenção são mantidas.

    - Para avançar da Etapa 0 para 1 é necessário que ao menos um indicador da Etapa 1 esteja estável, no mínimo, há duas semanas para o início de atividades presenciais (Teto de 20% de ocupação).

    - Para avançar da Etapa 1 para 2 são necessários pelo menos 3 indicadores da Etapa 2 há pelo menos 4 semanas, o que sinaliza maior estabilidade para ampliar as atividades presenciais (Teto de 40% de ocupação).

    - Para avançar da Etapa 2 para a 3, são necessários os 4 indicadores da Etapa 3 estáveis há pelo menos 4 semanas, o que sinaliza baixo risco de transmissão.

    - O retrocesso pode ser imediato considerando a situação epidemiológica, indicadores de ocupação de leitos e a legislação vigente.

    Atualmente, a UFMG está na Etapa 1.

    Acesse aqui o documento (versão atualizada) e confira as etapas previstas, os indicadores de referência e os parâmetros.

    Confira no quadro abaixo as condicionantes para as etapas 0 a 3 do Plano. Saiba mais sobre os parâmetros acessando o documento na íntegra.

    Condicionantes etapas 0 a 3
    Condicionantes para as etapas 0 a 3 Figura: Plano para o retorno presencial de atividades não adaptáveis ao modo remoto - página 10


    Atualizado em 15/06/2021.

  2. Protocolo de biossegurança e adequação do espaço físico

    O plano de retorno contempla as orientações do Protocolo de biossegurança e adequação do espaço físico. Elaborado por especialistas, o documento reúne orientações sobre a gestão das atividades presenciais. Leia reportagem sobre o assunto aqui.

  3. Ensino Híbrido Emergencial (EHE) na graduação - orientações para o planejamento coletivo

    A UFMG inicia as discussões para a implantação temporária e emergencial do regime de ensino híbrido na graduação, que mescla atividades remotas e presenciais. O movimento ocorre no âmbito do amplo planejamento que a Universidade tem feito para que o retorno às atividades presenciais ocorra de maneira gradual e participativa, em consonância com os indicadores da pandemia.

    A ideia é que esse regime seja implantado em sintonia com os parâmetros estabelecidos pelo Plano para o retorno presencial de atividades não adaptáveis ao modo remoto. Assim, se as cidades em que a UFMG mantém campi estiverem no cenário de retorno relativo à etapa 1, o teto de ocupação dos espaços físicos será igual a 20%; se estiverem no cenário relativo à etapa 2, o teto de ocupação será de 40%. Os critérios estabelecidos para cada etapa de retorno estão descritos na edição mais recente do plano, publicada no mês passado.

    “Não há uma data definida para o retorno presencial amplo, mas temos a expectativa de que seja possível, no segundo período letivo de 2021, ampliar a oferta de atividades presenciais. Nosso foco é o ‘como’, ou seja, vamos estabelecer critérios, diretrizes e parâmetros para essa volta gradual, uma vez que as condições sanitárias são dinâmicas”, afirma a pró-reitora de Graduação, Benigna de Oliveira.

    Segundo a reitora Sandra Regina Goulart Almeida, a expectativa é que o planejamento dessa transição do Ensino Remoto Emergencial (ERE) para o Ensino Híbrido Emergencial (EHE) envolva toda a comunidade acadêmica, de forma a se mensurar o impacto que o retorno de algumas atividades presenciais deve ocasionar na vida da comunidade e da cidade. “A UFMG tem retomado as aulas presenciais de forma gradual, seguindo as orientações das autoridades sanitárias locais e o plano de retorno e o protocolo de biossegurança aprovados pela instituição”, demarca a reitora.

    Orientações para o EHE

    Para subsidiar o debate com os parâmetros que conformam esse retorno gradual às atividades presenciais, o Grupo de Trabalho instituído pela Câmara de Graduação do CEPE/UFMG elaborou documento com as orientações iniciais para o planejamento da oferta remota, presencial e híbrida de atividades acadêmicas curriculares de ensino de graduação. A intenção é promover uma agenda coletiva para sistematizar diretrizes, resoluções e guias para regulação da retomada gradual de atividades presenciais em acordo com as condições institucionais da Universidade, sem perder de vista o princípio de segurança, equidade e qualidade do ensino ofertado.

    Ensino Híbrido Emergencial (EHE) é um regime de ensino temporário para desenvolver atividades acadêmicas curriculares integrando processos de ensino-aprendizagem on-line (Ambientes Virtuais de Aprendizagem) e presencial (espaço físico dos campi). O espaço físico para realização das atividades acadêmicas curriculares na UFMG envolve os campi de Belo Horizonte e Montes Claros, outros espaços próprios, locais fora dos campi e em diversas cidades, onde acontecem estágios, atividades práticas e trabalhos de campo.

    O documento está organizado em sete partes, tratando da definição de Ensino Híbrido Emergencial (EHE), dos aspectos norteadores do EHE, de questões que podem orientar a discussão/reflexão sobre critérios de definição das atividades acadêmicas prioritárias para retorno presencial, da proposta de encaminhamento do presente documento, das etapas do Plano para o retorno presencial de atividades não adaptáveis ao modo remoto da UFMG, da organização da ocupação dos espaços físicos na Etapa 1 e das referências bibliográficas.

    Documentos

    - Acesse o Ofício 10, de 13 de julho de 2021, que traz orientações iniciais para planejamento coletivo da oferta e da retomada gradual de atividades presenciais para cursos de graduação da UFMG.

    - Acesse o anexo do Ofício, que apresenta o documento produzido pelo Grupo de Trabalho instituído pela Câmara de Graduação do CEPE/UFMG para subsidiar o processo de planejamento do retorno às atividades presenciais nos cursos de graduação e maneira gradual, coletiva e dialógica.

    - Acesse a Resolução 07, de 13 de julho de 2021, que institui e designa os membros do grupo de trabalho para o planejamento do retorno gradual às atividades presenciais.

    Assista: planejando a retomada gradual das aulas presenciais e o ensino híbrido

    O planejamento para a implantação do Ensino Híbrido Emergencial (EHE) foi tema do Fórum de Integração Docente em 21 de julho. A ideia é que, nessas discussões, a Administração Central da Universidade, auxiliada por toda a comunidade acadêmica e pelos colegiados de cursos de graduação e departamentos, possa identificar as atividades curriculares que mais sofreram prejuízos no processo de ensino-aprendizagem ao serem ofertadas remotamente, para que então se possa priorizar o retorno delas para o ensino presencial de forma integral ou parcial – a exemplo das atividades que têm carga horária prática e trabalhos de laboratório e de campo.

    Participaram dessa edição a reitora Sandra Goulart Almeida, o vice-reitor Alessandro Fernandes Moreira, a pró-reitora de Graduação, Benigna de Oliveira, o pró-reitor adjunto de Graduação, Bruno Teixeira, as professoras Cristina Alvim e Andréa Rodrigues Motta, presidente do grupo de trabalho instituído pela Câmara de Graduação para o planejamento do retorno gradual às atividades presenciais. A atuação desse grupo de trabalho teve início no dia 11 de junho. Além de docentes e representantes de diversas áreas da Administração Central, ele reúne dois representantes discentes, indicados pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE).


    Atualizado em 26/07/2021.

  4. Fluxo de autorizações para o retorno das atividades não adaptáveis ao modo remoto

    - O fluxo de autorizações está indicado para atividades não adaptáveis ao modo remoto.

    - São necessárias autorizações das câmaras do CEPE para quaisquer atividades presenciais de ensino de graduação e de pós-graduação, e de extensão.

    - As atividades presenciais de ensino de graduação, segundo Resolução 02/2020 do CEPE, somente podem ser retomadas “conforme diretrizes da Câmara de Graduação observando-se os direcionamentos da Administração Central e das autoridades sanitárias quanto a medidas de prevenção e segurança”. Antes de ser enviada à Câmara de Graduação, a proposta deve ser aprovada pela Diretoria da Unidade Acadêmica do Departamento Ofertante e demais instâncias indicadas em fluxos específicos divulgados pela Pró-Reitoria de Graduação.

    - As autorizações para as atividades presenciais de extensão não adaptáveis ao modo remoto são definidas por Resolução do CEPE de 10 de setembro, a partir de reflexões da Câmara de Extensão.

    - As atividades de ensino de pós-graduação estão definidas na Resolução do CEPE 01/2020 e na Decisão de 10 de setembro.

    - As atividades de pesquisa que se encaixam na definição de atividades não adaptáveis ao modo remoto, em especial as atividades laboratoriais, devem seguir as autorizações das unidades acadêmicas e especiais ou da Reitoria, no caso dos Órgãos Suplementares, seguindo as etapas definidas.

    - Atividades administrativas não adaptáveis ao modo remoto são definidas pela Diretoria da Unidade Acadêmica ou pela Reitoria, no caso de órgão vinculado à Administração Central, seguindo as etapas definidas.

    - A Comissão do Conselho Universitário deve acompanhar a evolução e adequação do retorno de atividades presenciais na universidade.

    Informações retiradas do Plano para o retorno presencial de atividades não adaptáveis ao modo remoto.

    Atualizado em 15/06/2021.

  5. Monitoramento da Covid-19


    MonitoraCovid UFMG é o sistema de monitoramento de casos de covid-19 nos ambientes da UFMG. Todos que precisam ir à UFMG devem acessá-lo antes de se  deslocar para preencher o questionário de autoverificação de sintomas. Além do autocuidado, o aplicativo contribui para o levantamento de informações que orientam medidas para controle de eventuais surtos nas unidades acadêmicas e em toda a Universidade. 

    Em caso de dúvidas sobre o que configura contato com caso confirmado de covid-19, acesse aqui.

    Saiba mais sobre o aplicativo nesta reportagem.

  6. Ações da UFMG no enfrentamento à pandemia

    Desde março de 2020, a UFMG trabalha incansavelmente no enfrentamento do novo coronavírus e desenvolveu mais de duas centenas de pesquisas e atividades de extensão para mitigar os efeitos sanitários, sociais e econômicos da crise.

    Acesse o relatório de ações de ensino, pesquisa e extensão da UFMG.

    Acesse o relatório sistematizado de ações de pesquisa, produção de vacinas, medicamentos e testagens.

    Confira algumas das mais de 100 pesquisas realizadas pela UFMG nas mais variadas áreas do conhecimento.

    Informações atualizadas em 30/03/2021.

  7. Orientações para professores e gestores sobre casos confirmados e suspeitos

    Os casos suspeitos ou confirmados de covid-19 permanecem em isolamento por 10 dias e os contatos de caso confirmado são colocados em quarentena por 14 dias. O tempo de quarentena poderá ser reduzido em situações especiais, avaliadas pelos comitês locais das unidades e, se necessário, discutidas com o Comitê Permanente. Nessa avaliação, devem ser considerados o risco e o benefício de reduzir o tempo de quarentena.

    (A) CASOS SUSPEITOS: estudantes, servidores e trabalhadores terceirizados que apresentem sintomas da Covid-19:

    - O estudante/servidor/terceirizado com suspeita de covid-19 deve ser orientado a acessar o MonitoraCovid (https://monitoracovid.ufmg.br/#/), a permanecer em isolamento por 10 dias a partir do início dos sintomas e consultar o Telecovid 19 do HC ou em outro serviço de saúde de sua preferência.

    - Indicar a realização do exame RT-PCR para as pessoas com suspeita de covid-19 (sintomáticos).

    - Os ambientes aos quais o caso suspeito tenha tido acesso devem ser higienizados de imediato.

    (B) CASOS CONFIRMADOS: estudantes, servidores e trabalhadores terceirizados com teste positivo para Covid-19 (RT-PCR):

    - O estudante/servidor/terceirizado com covid-19 confirmada por RT-PCR deve ser orientado a acessar o MonitoraCovid (https://monitoracovid.ufmg.br/#/), a permanecer em isolamento por 10 dias a partir do início dos sintomas e consultar o Telecovid 19 do HC ou em outro serviço de saúde de sua preferência.

    - Os contatos do caso confirmado - mesma turma ou setor, devem ter as atividades presenciais suspensas por 14 dias a partir da data da confirmação do caso. A possibilidade de redução do tempo de quarentena, para 7 ou 10 dias, está detalhada mais adiante.

    - Os contatos do caso confirmado devem ser orientados a procurar o Telecovid 19 do HC ou outro serviço de saúde se houver aparecimento de sintomas.

    - Indicar ao estudante/servidor/terceirizado que notifique imediatamente à sua unidade/setor o resultado de exame positivo para covid-19.

    (C) CONTATOS: estudantes, servidores e trabalhadores terceirizados que permaneceram no mesmo ambiente de um caso confirmado. Para ser considerado contato, a pessoa deve estar a menos de 2 metros da pessoa infectada por um tempo cumulativo de 15 minutos ou mais durante um período de 24 horas, começando 2 dias antes do início da doença (ou, para pacientes assintomáticos, 2 dias 16 antes da coleta da amostra de teste) até o 10º dia de sintomas da pessoa infectada.

    - O estudante/servidor/terceirizado em contato com caso confirmado de covid-19 deve ser orientadoa acessar o MonitoraCovid (https://monitoracovid.ufmg.br/#/), a permanecer em quarentena sem ir à universidade por 14 dias e consultar o Telecovid 19 do HC ou em outro serviço de saúde de sua preferência, em caso de aparecimento de sintomas.

    - A possibilidade de redução do tempo de quarentena, para 7 ou 10 dias, está detalhada mais adiante.

    - Indicar a realização de exame RT-PCR para os contatos assintomáticos em atividade presencial na UFMG.

    - Indicar ao estudante/servidor/terceirizado em contato com caso confirmado de covid-19 que comunique imediatamente à sua unidade/setor. 

    Saiba mais informações, acesse orientações sobre redução do tempo de quarentena em contatos de caso confirmado e orientações específicas para servidores e estudantes da área da saúde no Plano para o retorno presencial de atividades não adaptáveis ao modo remoto.

    Atualizado em 15/06/2021.

  8. Termo de Ciência e Responsabilidade para atividades presenciais

    Além de responder ao questionário de autoverificação de sintomas no MonitoraCovid e tomar conhecimento das medidas preventivas essenciais, estudantes, servidores e trabalhadores terceirizados que voltarem a realizar alguma atividade presencial deverão assinar o Termo de Ciência e Responsabilidade.

    Acesse:

    Termo de Ciência e Responsabilidade para realização de atividades presenciais por necessidade da instituição na vigência da pandemia de covid-19.

    - Termo de Ciência e Responsabilidade para realização de atividades presenciais ligadas à pesquisa e testagem do coronavírus por necessidade da instituição na vigência da pandemia de covid-19.

    Arquivos retirados da versão atualizada do Plano para o retorno presencial de atividades não adaptáveis ao modo remoto.

    Atualizado em 15/06/2021.

  9. Calendário acadêmico e informações para graduação e pós-graduação

    Calendário acadêmico 2021

    - O primeiro período letivo começará em 17 de maio e terminará em 13 de setembro. Um mês depois, no dia 13 de outubro, terá início o segundo período, que se encerrará em 25 de fevereiro de 2022.

    - Acesse a resolução do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) que aprovou o calendário escolar da UFMG para o ano de 2021.

    - Consulte o Calendário Acadêmico no Portal da UFMG.


    Graduação

    - Atividades retornaram em 3 de agosto de 2020, de forma remota.

    - Substituição temporária das aulas presenciais de atividades acadêmicas curriculares teóricas, práticas ou teórico-práticas dos cursos de graduação da UFMG, em caráter excepcional, por atividades remotas durante período de pandemia da doença Covid-19.

    - As atividades acadêmicas presenciais de ensino de graduação permanecem suspensas e só poderão ser retomadas gradualmente, quando possível, conforme diretrizes da Câmara de Graduação, e observando-se os direcionamentos da Administração Central e das autoridades sanitárias quanto a medidas de prevenção e segurança.

    Leia a reportagem publicada no Portal da UFMG em 10 de julho de 2020 sobre as diretrizes para a retomada das atividades em regime remoto emergencial.

    Leia a Resolução 02/2020 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) que dispõe sobre o planejamento e a execução de atividades acadêmicas de forma remota emergencial nos cursos de graduação.

    Resolução 05/2020 da Câmara de Graduação estabelece diretrizes sobre processos avaliativos e aferição de assiduidade para o ensino remoto emergencial dos cursos de graduação da UFMG.


    Pós-graduação

    - Atividades retornaram em 1º de julho de 2020 de forma remota.

    - A adesão às atividades acadêmicas remotas emergenciais não é obrigatória, devendo ser aprovada pelos respectivos colegiados dos cursos de pós-graduação stricto sensu e lato sensu, com a anuência docente e discente.

    - A execução das aulas, seminários e outras atividades didáticas dar-se-á nos ambientes institucionais de aprendizagem, sem prejuízo do uso de outras ferramentas tecnológicas.

    - As defesas de dissertações de mestrado, teses de doutorado, exames de qualificação e trabalhos de conclusão serão realizadas de forma remota, com a presença virtual da banca.

    - Os cursos realizarão processos seletivos exclusivamente de forma remota.

    - Leia a reportagem publicada no Portal da UFMG em 26 de junho de 2020 sobre as diretrizes para a retomada das atividades em regime remoto emergencial.

    - Leia a Resolução 01/2020 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) que dispõe sobre o planejamento e a execução de atividades acadêmicas de forma remota emergencial nos cursos de pós-graduação.


    Registro e matrícula de calouros durante a pandemia

    Acesse o site Sisu UFMG.

    Acesse o site do Departamento de Registro e Controle Acadêmico - DRCA.


    Outras informações

    - As bolsas para estudantes de graduação, extensão e pesquisa serão mantidas e os planos de trabalhos deverão ser revistos para contemplar as atividades a distância. 

    - Para as atividades presenciais de iniciação científica e extensão que não podem ser suspensas, devem ser propostas escalas que possibilitem as medidas de distanciamento social (espaços arejados, amplos, com poucas pessoas, com álcool em gel disponível).

    - A participação em programas de mobilidade nacional dos discentes vinculados à UFMG e daqueles provenientes de outras IFES está suspensa por tempo indeterminado. Os estudantes serão assistidos pela Universidade – nos limites de sua capacidade institucional e material – e deverão avaliar criteriosamente a viabilidade do seu retorno para o estado de origem.

    - Os cursos de extensão pagos, com previsão para acontecerem presencialmente, não deverão ser ofertados de forma a distância, considerando que as condições de oferta e acesso a todos os cursistas não se dá da mesma maneira e nem sempre é possível garantir a qualidade do ensino ofertado. Nenhum cursista poderá ser prejudicado pela mudança da modalidade de oferta.

    - O Setor de Revalidação de Diplomas de Graduação realizará atendimento aos interessados apenas de forma remota. Os requerentes que necessitem buscar documentos deverão efetuar agendamento prévio pelo endereço revalidacao@prograd.ufmg.br.

    - Orientações específicas da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) aqui e da Pró-Reitoria de Extensão (Proex) aqui.

    Informações atualizadas em 05/06/2021.

  10. Comitê de Enfrentamento ao Coronavírus

    A Universidade Federal de Minas Gerais instituiu o Comitê Permanente de Acompanhamento das Ações de Prevenção e Enfrentamento do Novo Coronavírus, que está se reunindo regularmente desde o dia 10 de março de 2020 para analisar a situação epidemiológica do SARS-COV-2 em Belo Horizonte, atualizar-se sobre as evidências científicas e discutir as ações necessárias na UFMG.

    O Comitê tem como missão identificar, promover e articular as ações desenvolvidas na UFMG, visando à colaboração para o enfrentamento da COVID-19.

    Ao Comitê cabe buscar e expressar os melhores argumentos, com embasamento científico e técnico, para assessorar as decisões administrativas e acadêmicas da administração central e das unidades. Não é função do Comitê decidir sobre alocação de recursos.

    Além disso, o Comitê está atento às demandas sociais e de outros setores da sociedade, identificando como a universidade pode participar ativamente por meio de ações educativas, de extensão e de pesquisa.

    As unidades acadêmicas organizaram-se em comitês locais e indicaram representantes para garantir a capilaridade da troca de informações em um contexto complexo, no qual as pessoas estão distantes fisicamente, mas precisam mais do que nunca estarem próximas.

    Confira aqui os informes do Comitê.

    Confira aqui a lista dos comitês locais nas unidades.


    Integrantes do Comitê Permanente de Acompanhamento das Ações de Prevenção e Enfrentamento do novo Coronavírus debatem medidas com reitora e vice-reitor
    Integrantes do Comitê Permanente de Acompanhamento das Ações de Prevenção e Enfrentamento do novo Coronavírus debatem medidas com reitora e vice-reitor Marcílio Lana


    Princípios norteadores das recomendações do Comitê:

    1. Evidências científicas, tanto as bem consolidadas sobre comportamento de epidemias e infecções respiratórias virais, como aquelas que estão sendo produzidas a respeito do SARS-CoV-2.

    2. Contexto epidemiológico vigente, atualizado diariamente, refletindo o número de casos notificados, suspeitos, confirmados e descartados em Belo Horizonte, em Minas Gerais e no Brasil.

    3. Articulação com outros setores da cidade e do estado, que podem ser afetados pelas decisões da UFMG, direta ou indiretamente, em especial com as Secretarias de Saúde e de Educação e a rede SUS.


    Objetivos das medidas de distanciamento e isolamento social adotadas:

    As medidas de saúde pública adotadas  exigem a compreensão e colaboração de todos e visam a:

    1. reduzir a velocidade da transmissão do SARS-CoV-2 para diluir o número de casos ao longo do tempo, evitando a sobrecarga da demanda por serviços de saúde no pico da epidemia.

    2. proteger as pessoas que apresentam condições de maior vulnerabilidade e podem ter doença grave.

    3. buscar reduzir o impacto social e econômico das medidas de contenção da transmissão.


    Propostas de linhas de ação do Comitê Permanente:

    • Assessoria técnica e científica sobre o SARS-Cov-2 e a Covid-19;

    • Atenção às pessoas da comunidade acadêmica deslocadas de sua casa, cidade, estado ou país;

    • Atenção às pessoas em situação de vulnerabilidade física, social e/ou psicológica;

    • Orientações quanto aos cuidados de prevenção e em casos suspeitos para a comunidade acadêmica e sociedade;

    • Orientações quanto aos cuidados de estudantes e trabalhadores, em contato contínuo com casos suspeitos, especialmente nos hospitais universitários e em locais de estágio;

    • Promoção e cuidados com a saúde mental – Plantão de Apoio Psicológico;

    • Discussão sobre o impacto econômico e social das medidas de isolamento social;

    • Permanente interlocução com hospitais universitários e redes municipal e estadual de saúde, para apoiar com produção e busca de recursos para compra de insumos necessários ao enfrentamento da Covid-19;

    • Interlocução com outros setores da sociedade com potencial de apoiar as ações de enfrentamento;

    • Comunicação com a comunidade interna, externa e com a mídia.


    Integrantes:

    Cristina G. Alvim – Assessora da Reitoria para a Área da Saúde (Presidente)

    Alexandre Rodrigues Ferreira – Gerente de Atenção à Saúde do Hospital das Clínicas da  UFMG

    Benigna Maria de Oliveira – Pró-Reitora de Graduação

    Catarina Nogueira Mota Coelho – Diretoria de Saúde do Trabalhador - DAST

    Claudia Andrea Mayorga Borges – Pró-Reitora de Extensão

    Dawisson Belém Lopes – Diretor-Adjunto de Relações Internacionais

    Fábia Pereira Lima – Diretora do Centro de Comunicação

    Flávio Guimarães da Fonseca – Virologista, Professor do Instituto de Ciências Biológicas

    Unaí Tupinambás – Infectologista, Professor da Faculdade de Medicina


    Contato: comitecoronavirus@ufmg.br


    Informações atualizadas em 12/06/2020.

  11. Notas à Comunidade, Ofícios e Resoluções

Cuidados no retorno