Com o avanço da vacinação em vários públicos, adesão às medidas de controle e melhoria dos indicadores epidemiológicos, a UFMG avança para a etapa 2 do seu Plano para o retorno presencial. Com a mudança de fase, a partir de 13 de setembro, a retomada das atividades administrativas nas unidades e órgãos da Universidade está autorizada com ocupação de até 40% de cada espaço físico, guardado o distanciamento de 1,5 metro entre as pessoas e respeitado o uso obrigatório de máscara, além das demais medidas de prevenção já estabelecidas.

“Os dados do momento são bons, mas sabemos que a pandemia ainda não está totalmente sob controle; todo cuidado, neste momento, ainda é necessário. É justamente por isso que estamos migrando para a etapa 2, e não para a 3, que prevê a ocupação de todos os espaços”, explica a Reitora da UFMG, professora Sandra Goulart Almeida.

Saiba mais sobre o avanço de fase neste vídeo produzido pela TV UFMG:

Cada unidade deverá estabelecer sua escala de trabalho e revezamento seguindo as orientações da Pró-reitoria de Recursos Humanos (PRORH). A ocupação de 40% do espaço não significa retorno ao trabalho presencial de apenas 40% dos servidores da unidade, mas que cada espaço deverá estar ocupado em, no máximo, 40% de sua capacidade.

Com relação ao ensino, em agosto, o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) aprovou o regulamento para o regime de ensino híbrido na graduação, em caráter excepcional e temporário, para o retorno gradual às atividades presenciais a partir do segundo período letivo, que terá início em 13 de outubro de 2021. As diretrizes para o EHE estão apresentadas no Guia para Ensino Híbrido Emergencial (EHE) nos Cursos de Graduação da UFMG, que sintetiza o movimento institucional de planejamento do EHE e traz normas e procedimentos.

A pandemia de covid-19 tem exigido, há mais de um ano, adaptações na forma de funcionamento da Universidade, com migração da maioria das atividades para o modo remoto. Com base em evidências científicas disponíveis, é preciso orientar a comunidade acadêmica da UFMG sobre quais são as balizas para planejar o retorno presencial gradual e seguro das atividades acadêmicas e administrativas, considerando a relevância e a responsabilidade social da UFMG.

Quem desempenha atividades presenciais deve acessar o Monitora Covid todos os dias antes de se dirigir à UFMG.

Cuide de você, cuide da comunidade UFMG, cuide de sua cidade!

Atualizado em 23/09/2021.

  1. Plano para o retorno presencial das atividades acadêmicas e administrativas

    O Plano para o retorno presencial na Universidade Federal de Minas Gerais prevê quatro etapas (0 a 3) de evolução do retorno presencial das atividades na Universidade. Em cada etapa foi definido o número máximo de pessoas (servidores, terceirizados e estudantes) que circulam na unidade simultaneamente, significando um teto de ocupação para a realização de atividades não adaptáveis ao modo remoto e ampliação de atividades presenciais.

    O objetivo é reduzir significativamente o número de pessoas em circulação em cada unidade e garantir condições para o distanciamento social, implementação progressiva do monitoramento e controle de surtos. Foram estabelecidos critérios quantitativos relativos ao teto de ocupação dos espaços de modo a garantir o distanciamento social e a implementação do monitoramento das pessoas que circulam nesses espaços, bem como condicionantes, indicadores de monitoramento e fluxos de autorização.

    A autorização de uma etapa não significa que seja obrigatório haver atividade presencial na Unidade. Enquanto a pandemia não for controlada, permanece válido o princípio de que quanto menos pessoas circulando, mais seguro. A evolução para uma nova etapa deve ser autorizada pela Reitoria, a partir da assessoria do Comitê de Enfrentamento ao Novo Coronavírus, e depende de: estabilização e melhoria dos indicadores epidemiológicos e assistenciais da cidade; adesão da comunidade da universidade às medidas comportamentais; monitoramento eficaz; e ausência de surtos nas unidades e na UFMG. 

    Atualizado em setembro de 2021, o Plano traz critérios para avanço, retrocesso e avaliação das quatro etapas previstas (0 a 3):

    - Para avançar da Etapa 0 para 1 é necessário que ao menos um indicador da Etapa 1 esteja estável, no mínimo, há duas semanas para o início de atividades presenciais (Teto de 20% de ocupação).

    - Para avançar da Etapa 1 para 2 são necessários pelo menos 3 indicadores da Etapa 2 há pelo menos 4 semanas, o que sinaliza maior estabilidade para ampliar as atividades presenciais (Teto de 40% de ocupação).

    - Para avançar da Etapa 2 para a 3, são necessários os 4 indicadores da Etapa 3 estáveis há pelo menos 4 semanas, o que sinaliza baixo risco de transmissão.

    - O retrocesso pode ser imediato considerando a situação epidemiológica, indicadores de ocupação de leitos e a legislação vigente.

    Atualmente, a UFMG está na Etapa 2.

    Acesse aqui o documento e confira as etapas previstas, os indicadores de referência e os parâmetros. O plano orienta ainda sobre o fluxo de autorizações para as atividades presenciais e sobre a conduta a ser tomada pela comunidade em casos suspeitos, confirmados e contatos de covid-19.

    Confira no quadro abaixo as condicionantes para as etapas 0 a 3 do Plano. Saiba mais sobre os parâmetros acessando o documento na íntegra.

    Plano retorno
    Condicionantes para as etapas 0 a 3 Plano retorno

    Atualizado em 13/09/2021.

  2. Protocolo de biossegurança e adequação do espaço físico

    O plano de retorno contempla as orientações do Protocolo de biossegurança e adequação do espaço físico. Elaborado por especialistas, o documento reúne orientações sobre a gestão das atividades presenciais. Leia reportagem sobre o assunto aqui.

  3. Diretrizes para o retorno de atividades presenciais de servidores e setores administrativos

    Acesse o Ofício da Pró-reitoria de Recursos Humanos com as diretrizes para o retorno gradual de atividades presenciais dos servidores da UFMG.

  4. Ensino Híbrido Emergencial (EHE) na graduação

    O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) da UFMG publicou a resolução que regulamenta a implantação de um regime de ensino híbrido na graduação da UFMG, que vai mesclar, em caráter temporário e emergencial, atividades remotas e presenciais. O Ensino Híbrido Emergencial (EHE) vai vigorar a partir do segundo período letivo de 2021, que começa no dia 13 de outubro, em substituição ao Ensino Remoto Emergencial (ERE), que estava em vigor desde meados de 2020.

    A implantação do EHE ocorre no âmbito do planejamento que a UFMG tem feito para o retorno gradual às atividades acadêmicas curriculares (AACs) em regime presencial, em consonância com o que dispõem o Plano para o retorno presencial de atividades não adaptáveis ao modo remoto na UFMG e o Protocolo de Biossegurança e Adequação do Espaço Físico e Monitoramento da UFMG, entre outras normas que tratam do retorno.

    O Ensino Híbrido Emergencial (EHE) na graduação se articulará entre a oferta de atividades integralmente remotas (IR), a oferta de atividades remotas e presenciais (RP) e a oferta de atividades integralmente presenciais (IP) – e em diferentes proporções, a depender das especificidades de cada curso.

    Consideradas essas limitações de ocupação presencial dos espaços físicos, os formatos IP e RP (atividades “integralmente presenciais” e atividades “remotas e presenciais”) serão destinados sobretudo àquelas AACs que não estavam sendo ofertadas no ERE por não serem possíveis de serem ministradas remotamente, às AACs com carga horária prática e às AACs que favorecem a integralização de cursos por estudantes concluintes, entre outros critérios de prioridade.

    Aos colegiados dos cursos de graduação, por sua vez, caberá dar ampla divulgação aos estudantes sobre o formato de cada AAC ofertada, conforme as possibilidades previstas (IR, RP e IP), assim como dar ampla divulgação ao quadro de horários dos cursos por período curricular, para que cada aluno possa ter todas as informações necessárias no momento da formulação de sua proposta de matrícula.

    Guia para o EHE: diretrizes

    O Guia para Ensino Híbrido Emergencial (EHE) nos Cursos de Graduação da UFMG foi elaborado pelo Grupo de Trabalho (GT) instituído pela Câmara de Graduação do CEPE e sintetiza o movimento institucional de planejamento do Ensino Híbrido Emergencial (EHE), cujo processo foi estabelecido de forma colegiada e em amplo diálogo com a comunidade acadêmica e deu respaldo para o estabelecimento de normas e procedimentos a serem adotados institucionalmente.

    Assiduidade e frequência no EHE

    As diretrizes para aferição de assiduidade dos estudantes e para definição dos processos avaliativos no regime de Ensino Híbrido Emergencial (EHE) estão definidas pela Resolução 09/2021, de 2 de setembro, da Câmara de Graduação (CG) do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe). De acordo com a Resolução, o registro de presença será obrigatório apenas no caso das atividades presenciais. Quanto às atividades remotas síncronas, poderá ser aferida assiduidade quando o plano de ensino da atividade estipular que é imprescindível a participação do estudante – cada caso será analisado pela Câmara Departamental ou estrutura equivalente. Finalmente, não será aferida assiduidade, em nenhuma hipótese, nas atividades remotas assíncronas.

    A distribuição das avaliações entre presenciais, remotas síncronas e remotas assíncronas deverá seguir a proporção em que as disciplinas estão sendo ministradas, em modo presencial ou remoto. Por exemplo, se a maior parte das atividades é remota, o mesmo deve se dar com as avaliações.

    Outros documentos

    - Acesse o Ofício 10, de 13 de julho de 2021, que traz orientações iniciais para planejamento coletivo da oferta e da retomada gradual de atividades presenciais para cursos de graduação da UFMG.

    - Acesse o anexo do Ofício, que apresenta o documento produzido pelo Grupo de Trabalho instituído pela Câmara de Graduação do CEPE/UFMG para subsidiar o processo de planejamento do retorno às atividades presenciais nos cursos de graduação e maneira gradual, coletiva e dialógica.

    - Acesse a Resolução 07, de 13 de julho de 2021, que institui e designa os membros do grupo de trabalho para o planejamento do retorno gradual às atividades presenciais.

    Assista: planejando a retomada gradual das aulas presenciais e o ensino híbrido

    O planejamento para a implantação do Ensino Híbrido Emergencial (EHE) foi tema do Fórum de Integração Docente em 21 de julho. A ideia é que, nessas discussões, a Administração Central da Universidade, auxiliada por toda a comunidade acadêmica e pelos colegiados de cursos de graduação e departamentos, possa identificar as atividades curriculares que mais sofreram prejuízos no processo de ensino-aprendizagem ao serem ofertadas remotamente, para que então se possa priorizar o retorno delas para o ensino presencial de forma integral ou parcial – a exemplo das atividades que têm carga horária prática e trabalhos de laboratório e de campo.

    Participaram dessa edição a reitora Sandra Goulart Almeida, o vice-reitor Alessandro Fernandes Moreira, a pró-reitora de Graduação, Benigna de Oliveira, o pró-reitor adjunto de Graduação, Bruno Teixeira, as professoras Cristina Alvim e Andréa Rodrigues Motta, presidente do grupo de trabalho instituído pela Câmara de Graduação para o planejamento do retorno gradual às atividades presenciais. A atuação desse grupo de trabalho teve início no dia 11 de junho. Além de docentes e representantes de diversas áreas da Administração Central, ele reúne dois representantes discentes, indicados pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE).


    Atualizado em 23/09/2021.

  5. Monitoramento da Covid-19


    MonitoraCovid UFMG é o sistema de monitoramento de casos de covid-19 nos ambientes da UFMG. Todos que precisam ir à UFMG devem acessá-lo antes de se  deslocar para preencher o questionário de autoverificação de sintomas. Além do autocuidado, o aplicativo contribui para o levantamento de informações que orientam medidas para controle de eventuais surtos nas unidades acadêmicas e em toda a Universidade. 

    Em caso de dúvidas sobre o que configura contato com caso confirmado de covid-19, acesse aqui.

    Saiba mais sobre o aplicativo nesta reportagem.

  6. Ações da UFMG no enfrentamento à pandemia

    Desde março de 2020, a UFMG trabalha incansavelmente no enfrentamento do novo coronavírus e desenvolveu mais de duas centenas de pesquisas e atividades de extensão para mitigar os efeitos sanitários, sociais e econômicos da crise.

    Acesse o relatório de ações de ensino, pesquisa e extensão da UFMG.

    Acesse o relatório sistematizado de ações de pesquisa, produção de vacinas, medicamentos e testagens.

    Confira algumas das mais de 100 pesquisas realizadas pela UFMG nas mais variadas áreas do conhecimento.

    Informações atualizadas em 30/03/2021.

  7. Calendário escolar 2021

    O segundo período letivo de 2021 começa em 13 de outubro de 2021 e encerra-se em 25 de fevereiro de 2022.

    - Acesse a resolução do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) que aprovou o calendário escolar da UFMG para o ano de 2021.

    - Consulte o Calendário Escolar no Portal da UFMG.


    Graduação

    - O Ensino Híbrido Emergencial (EHE) mescla, em caráter temporário e emergencial, atividades remotas e presenciais, a partir do segundo período letivo de 2021. Leia mais sobre o EHE na aba número 4, acima. O EHE substitui o Ensino Remoto Emergencial (ERE), que estava em vigor desde meados de 2020.

    - Leia reportagem no Portal da UFMG sobre a implementação do EHE (agosto/2021).

    - Leia reportagem no Portal da UFMG sobre assiduidade e avaliação no EHE (setembro/2021).


    Acervo de reportagens e documentos de 2020:

    Leia reportagem publicada no Portal da UFMG em 10 de julho de 2020 sobre as diretrizes para a retomada das atividades em regime remoto emergencial.

    Leia a Resolução 02/2020 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) que dispõe sobre o planejamento e a execução de atividades acadêmicas de forma remota emergencial nos cursos de graduação.

    Resolução 05/2020 da Câmara de Graduação estabelece diretrizes sobre processos avaliativos e aferição de assiduidade para o ensino remoto emergencial dos cursos de graduação da UFMG.


    Pós-graduação

    - Atividades retornaram em 1º de julho de 2020 de forma remota.

    - A adesão às atividades acadêmicas remotas emergenciais não é obrigatória, devendo ser aprovada pelos respectivos colegiados dos cursos de pós-graduação stricto sensu e lato sensu, com a anuência docente e discente.

    - A execução das aulas, seminários e outras atividades didáticas dar-se-á nos ambientes institucionais de aprendizagem, sem prejuízo do uso de outras ferramentas tecnológicas.

    - As defesas de dissertações de mestrado, teses de doutorado, exames de qualificação e trabalhos de conclusão serão realizadas de forma remota, com a presença virtual da banca.

    - Os cursos realizarão processos seletivos exclusivamente de forma remota.

    - Leia a reportagem publicada no Portal da UFMG em 26 de junho de 2020 sobre as diretrizes para a retomada das atividades em regime remoto emergencial.

    - Leia a Resolução 01/2020 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) que dispõe sobre o planejamento e a execução de atividades acadêmicas de forma remota emergencial nos cursos de pós-graduação.


    Registro e matrícula de calouros durante a pandemia

    Acesse o site Sisu UFMG.

    Acesse o site do Departamento de Registro e Controle Acadêmico - DRCA.


    Outras informações

    - As bolsas para estudantes de graduação, extensão e pesquisa serão mantidas e os planos de trabalhos deverão ser revistos para contemplar as atividades a distância. 

    - Para as atividades presenciais de iniciação científica e extensão que não podem ser suspensas, devem ser propostas escalas que possibilitem as medidas de distanciamento social (espaços arejados, amplos, com poucas pessoas, com álcool em gel disponível).

    - A participação em programas de mobilidade nacional dos discentes vinculados à UFMG e daqueles provenientes de outras IFES está suspensa por tempo indeterminado. Os estudantes serão assistidos pela Universidade – nos limites de sua capacidade institucional e material – e deverão avaliar criteriosamente a viabilidade do seu retorno para o estado de origem.

    - Os cursos de extensão pagos, com previsão para acontecerem presencialmente, não deverão ser ofertados de forma a distância, considerando que as condições de oferta e acesso a todos os cursistas não se dá da mesma maneira e nem sempre é possível garantir a qualidade do ensino ofertado. Nenhum cursista poderá ser prejudicado pela mudança da modalidade de oferta.

    - O Setor de Revalidação de Diplomas de Graduação realizará atendimento aos interessados apenas de forma remota. Os requerentes que necessitem buscar documentos deverão efetuar agendamento prévio pelo endereço revalidacao@prograd.ufmg.br.

    - Orientações específicas da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) aqui e da Pró-Reitoria de Extensão (Proex) aqui.

    Informações atualizadas em 15/09/2021.

  8. Comitê de Enfrentamento ao Coronavírus

    A Universidade Federal de Minas Gerais instituiu o Comitê Permanente de Acompanhamento das Ações de Prevenção e Enfrentamento do Novo Coronavírus, que está se reunindo regularmente desde o dia 10 de março de 2020 para analisar a situação epidemiológica do SARS-COV-2 em Belo Horizonte, atualizar-se sobre as evidências científicas e discutir as ações necessárias na UFMG.

    O Comitê tem como missão identificar, promover e articular as ações desenvolvidas na UFMG, visando à colaboração para o enfrentamento da COVID-19.

    Ao Comitê cabe buscar e expressar os melhores argumentos, com embasamento científico e técnico, para assessorar as decisões administrativas e acadêmicas da administração central e das unidades. Não é função do Comitê decidir sobre alocação de recursos.

    Além disso, o Comitê está atento às demandas sociais e de outros setores da sociedade, identificando como a universidade pode participar ativamente por meio de ações educativas, de extensão e de pesquisa.

    As unidades acadêmicas organizaram-se em comitês locais e indicaram representantes para garantir a capilaridade da troca de informações em um contexto complexo, no qual as pessoas estão distantes fisicamente, mas precisam mais do que nunca estarem próximas.

    Confira aqui os informes do Comitê.

    Confira aqui a lista dos comitês locais nas unidades.


    Integrantes do Comitê Permanente de Acompanhamento das Ações de Prevenção e Enfrentamento do novo Coronavírus debatem medidas com reitora e vice-reitor
    Integrantes do Comitê Permanente de Acompanhamento das Ações de Prevenção e Enfrentamento do novo Coronavírus debatem medidas com reitora e vice-reitor Marcílio Lana


    Princípios norteadores das recomendações do Comitê:

    1. Evidências científicas, tanto as bem consolidadas sobre comportamento de epidemias e infecções respiratórias virais, como aquelas que estão sendo produzidas a respeito do SARS-CoV-2.

    2. Contexto epidemiológico vigente, atualizado diariamente, refletindo o número de casos notificados, suspeitos, confirmados e descartados em Belo Horizonte, em Minas Gerais e no Brasil.

    3. Articulação com outros setores da cidade e do estado, que podem ser afetados pelas decisões da UFMG, direta ou indiretamente, em especial com as Secretarias de Saúde e de Educação e a rede SUS.


    Objetivos das medidas de distanciamento e isolamento social adotadas:

    As medidas de saúde pública adotadas  exigem a compreensão e colaboração de todos e visam a:

    1. reduzir a velocidade da transmissão do SARS-CoV-2 para diluir o número de casos ao longo do tempo, evitando a sobrecarga da demanda por serviços de saúde no pico da epidemia.

    2. proteger as pessoas que apresentam condições de maior vulnerabilidade e podem ter doença grave.

    3. buscar reduzir o impacto social e econômico das medidas de contenção da transmissão.


    Propostas de linhas de ação do Comitê Permanente:

    • Assessoria técnica e científica sobre o SARS-Cov-2 e a Covid-19;

    • Atenção às pessoas da comunidade acadêmica deslocadas de sua casa, cidade, estado ou país;

    • Atenção às pessoas em situação de vulnerabilidade física, social e/ou psicológica;

    • Orientações quanto aos cuidados de prevenção e em casos suspeitos para a comunidade acadêmica e sociedade;

    • Orientações quanto aos cuidados de estudantes e trabalhadores, em contato contínuo com casos suspeitos, especialmente nos hospitais universitários e em locais de estágio;

    • Promoção e cuidados com a saúde mental – Plantão de Apoio Psicológico;

    • Discussão sobre o impacto econômico e social das medidas de isolamento social;

    • Permanente interlocução com hospitais universitários e redes municipal e estadual de saúde, para apoiar com produção e busca de recursos para compra de insumos necessários ao enfrentamento da Covid-19;

    • Interlocução com outros setores da sociedade com potencial de apoiar as ações de enfrentamento;

    • Comunicação com a comunidade interna, externa e com a mídia.


    Integrantes:

    Cristina G. Alvim – Assessora da Reitoria para a Área da Saúde (Presidente)

    Alexandre Rodrigues Ferreira – Gerente de Atenção à Saúde do Hospital das Clínicas da  UFMG

    Benigna Maria de Oliveira – Pró-Reitora de Graduação

    Catarina Nogueira Mota Coelho – Diretoria de Saúde do Trabalhador - DAST

    Claudia Andrea Mayorga Borges – Pró-Reitora de Extensão

    Dawisson Belém Lopes – Diretor-Adjunto de Relações Internacionais

    Fábia Pereira Lima – Diretora do Centro de Comunicação

    Flávio Guimarães da Fonseca – Virologista, Professor do Instituto de Ciências Biológicas

    Unaí Tupinambás – Infectologista, Professor da Faculdade de Medicina


    Contato: comitecoronavirus@ufmg.br


    Informações atualizadas em 12/06/2020.

  9. Notas à Comunidade, Ofícios e Resoluções

Cuidados no retorno