Os grupos de pesquisa possuem importante papel no desenvolvimento da ciência e dos cursos de pós-graduação. Eles integram o Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e abrigam linhas de investigação de temas relacionadas a uma grande área do conhecimento. 

Segundo dados de 2014 do Conselho, a UFMG possui grupos de pesquisa em todas as grandes áreas do conhecimento - Ciências Agrárias, Ciências Biológicas, Ciências da Saúde, Ciências Exatas e da Terra, Ciências Humanas, Ciências Sociais Aplicadas, Engenharias, além de Linguística, Letras e Artes.

  1. Como criar um grupo de pesquisa

    Conheça  as orientações sobre como criar um grupo de pesquisa na UFMG, conforme informações da Pró-reitoria de Pesquisa.

  2. Centros, Núcleos e Grupos de Pesquisa da UFMG
  3. Árvores Genealógicas Acadêmicas

    O desenvolvimento da ciência assemelha-se à formação de uma família. As orientações de mestrado e doutorado, as parcerias em grupos de pesquisa e os trabalhos escritos em cooperação fazem crescer a árvore do conhecimento. A formação dos pesquisadores dá origem a árvores genealógicas acadêmicas. Nesse sentido, a UFMG está desenvolvendo o projeto Árvores Genealógicas Acadêmicas: Um estudo sobre a formação, evolução e disseminação de grupos de pesquisa. A coordenação é de Alberto Laender, professor do Departamento de Ciência da Computação e coordenador do Laboratório de Banco de Dados.

    O projeto foi selecionado pelo Programa Professores Residentes do Instituto de Estudos Avançados Transdisciplinares (IEAT) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e deve ser desenvolvido até julho de 2017.

    Os dados iniciais para a elaboração das árvores estão sendo coletados na Networked Digital Library of Theses and Dissertations (NDLTD), biblioteca digital que conta com dados de diversos países, incluindo o Brasil.

    Os trabalhos já realizados por Alberto Laender e seus colaboradores geraram 19.189 árvores, a partir de 638.812 registros de teses e dissertações (apenas 15% do total de trabalhos cadastrados na NDLTD).

    Os resultados serão disponibilizados em  página na web, que permitirá a exploração das árvores e a obtenção de estatísticas sobre elas.