​Pesquisa da UFMG analisa opções de restaurantes em aplicativos de delivery

Estudo da equipe Pesquisas e Práticas em Ambiente Alimentar e Saúde analisou 370 restaurantes cadastrados nos aplicativos de delivery de BH

A alimentação é a terceira despesa que mais pesa no orçamento familiar no país. Os gastos com refeições fora do domicilio foram de 24,1% para 32,8%, segundo o IBGE, isso prova que o brasileiro tem optado pela compra de alimentos prontos, de consumo rápido, inclusive os entregues por meio de serviço de delivery. Foi pensando nisso que o grupo Pesquisas e Práticas em Ambiente Alimentar e Saúde da UFMG fez uma análise dos dois maiores aplicativos de delivery de comida para avaliar as ofertas e verificar a existência de opções saudáveis

Ao todo, 370 restaurantes belorizontinos tiveram suas opções estudadas. A pesquisa destaca que as bebidas ultraprocessadas são vendidas em quase 80% dos estabelecimentos, os lanches ultraprocessados em 38% deles e produtos de sorveteria em 33%. Por outro lado, refeições com predominância de legumes e verduras são encontradas em menos de 16% dos restaurantes e, em relação às frutas, apenas 4% deles tinham a opção.

Essa investigação apontou que essa alternativa de alimentação pode ser um importante fator contribuinte para o ambiente obesogênico. É possível comer algo saudável mesmo pedindo pelos aplicativos. Porém, é preciso se dedicar um pouco mais para encontrar um prato equilibrado, já que eles se encontram em minoria nas opções.

A TV UFMG produziu um vídeo que apresenta mais dados sobre a pesquisa.

Equipe: Luiz Cisi (produção e reportagem); Lucas Tunes (imagens), Marcelo Duarte (edição de imagens; Jessika Viveiros (edição de conteúdo).

Assessoria de Imprensa UFMG

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Assessoria de Imprensa UFMG

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Pesquisa analisa opções de restaurantes em aplicativos de delivery