Pesquisadores da UFMG analisam impactos da dependência de tecnologias em crianças

O vídeo mais visto do Youtube é uma canção infantil. Baby Shark ultrapassa 8 bilhões de visualizações na plataforma. No Brasil, o canal da Galinha Pintadinha registra 26,8 mil inscritos, e seus vídeos, mais de 19 bilhões de visualizações. Os números reforçam que as telas estão ocupando mais espaço na rotina das crianças e, muitas vezes, funcionando como babás.

A coordenadora do Programa Primeira Infância Plena da UFMG, Delma Simão, professora da Escola de Enfermagem, conta como a exposição aos celulares e televisões pode afetar o desenvolvimento cognitivo das crianças, principalmente na primeira infância. Assista à entrevista concedida à TV UFMG (equipe: Luiza Galvão – produção; Ângelo Araújo, Cedoc TV UFMG, Flávia Moraes, Márcia Botelho – imagens; Marcia Botelho - edição de imagens; e Ruleandson do Carmo - edição de conteúdo):

Em tempos do crescente acesso na internet, usar desse meio para distrair os pequenos é a saída encontrada pelos pais que precisam conciliar a atenção com os filhos com outras atividades. No vídeo, o professor da Faculdade de Educação da UFMG Rogério Correia sugere alternativas para inserir as crianças na rotina da família e brincadeiras que podem ser usadas em conjunto com os estímulos tecnológicos. 

Assessoria de Imprensa UFMG

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