Trabalho da UFMG premiado em conferência da UNESCO leva informações sobre uso de substâncias psicoativas a crianças e adolescentes

Proposta foi desenvolvida em parceria com Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte e outras instituições de ensino superior; atuação é

Trabalho realizado por pesquisadores da UFMG em parceria com a Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte e outras instituições de ensino superior foi premiado na 2ª Conferência Internacional das Humanidades: sustentabilidade, bem-estar e direitos humanos. A proposta atua em escolas públicas das nove regionais do município com o objetivo de conhecer as representações sociais de crianças e adolescentes escolares sobre substâncias psicoativas para, posteriormente, elaborar um projeto de intervenção baseado nas demandas apresentadas.

A pesquisa, intitulada Reconhecendo atores do território: representações sociais de escolares sobre o uso de substâncias, foi elaborada pelo doutorando do Programa de Pós-graduação em Enfermagem da UFMG Marcus Tavares junto às professoras Amanda Márcia dos Santos Reinaldo e Maria Odete Pereira, à aluna de doutorado da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto Belisa Vieira da Silveira, e ao aluno de graduação em Enfermagem da Faculdade Pitágoras BH Sulevan Ferreira.

Para Marcus Tavares, a escola é um lugar frequentemente utilizado para intervenções envolvendo a temática do projeto, no entanto, muitas vezes com um enfoque judicial, em detrimento das questões de saúde. “A nossa proposta é desenvolver um trabalho permanente que sensibilize e conscientize crianças, adolescentes e educadores de que o uso de substâncias psicoativas é um problema intersetorial com sérias repercussões na saúde, e nada melhor do que a escola para iniciar esse tipo de abordagem, pois ali temos pessoas em formação, além de formadores de opinião, como professores e outros educadores”.

O pesquisador acredita que o desenvolvimento de um projeto de intervenção baseado no prévio conhecimento da população que deseja abordar se torna um facilitador no reconhecimento de potenciais fragilidades e vulnerabilidades, e, dessa forma, possibilita ao grupo de trabalho abordagens direcionadas e potencialmente efetivas.

Assessoria de Imprensa UFMG

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