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Pesquisas estagnadas são sinal de desinteresse do eleitor

Colunista de Política, Carlos Ranulfo, analisa pesquisa Ibope

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Palácio do Planalto Romério Cunha | Palácio do Planalto

O Ibope fez projeções para as eleições de outubro a pedido da Confederação Nacional da Indústria. No cenário com o ex-presidente Lula como candidato do PT, ele lidera com 33% das intenções de voto, seguido de Jair Bolsonaro, do PSL, com 15%, Marina Silva, da Rede, com 7%, Ciro Gomes, do PDT e Geraldo Alckmin, do PSDB, com 4% cada, Álvaro Dias, do Podemos com 2%, Manuela D’ávila, do PCdoB, Fernando Collor de Mello, do PTC, Flávio Rocha, do PRB, Guilherme Boulos, do PSOL, e Levy Fidélix, do PRTB, com 1% cada.

No cenário sem Lula, Jair Bolsonaro lidera com 17%, seguido de Marina Silva com 13%, Ciro Gomes, com 8, Alckmin com 6, Alvaro Dias, com 3, Collor e Fernando Haddad, como candidato do PT, com 2% cada, Flávio Rocha, Boulos, Manuela, Fidélix, João Goulart Filho, do PPL, Henrique Meirelles, do MDB, Rodrigo Maia, do DEM, com 1% cada. A pesquisa foi realizada entre 21 e 24 de junho com 2 mil eleitores em 128 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para cima ou para baixo. 

Na coluna de Política veiculada nesta sexta no Jornal UFMG, o pesquisador do Centro de Estudos Legislativos (Cel/UFMG), Carlos Ranulfo, analisa o quadro estagnado das pesquisas eleitorais.

Ouça conversa com Vinicius Luiz