Arte e Cultura

Corporeidades afro-brasileiras e africanas são tema de oficina do Festival

Atividade pretende oferecer novas formas de interação entre ser humano, identidade e natureza

Júnia Bertolino ministra oficina 'Corporeidades afro-brasileiras e africanas', no Centro Cultural
Júnia Bertolino ministra oficina 'Corporeidades afro-brasileiras e africanas', no Centro Cultural Foto: Claudinho Bristol

As corporeidades afro-brasileiras e africanas são o tema de uma das oficinas do 12º Festival de Verão da UFMG, ministrada pela professora Júnia Bertolino. A atividade pretende oferecer novas formas de interação entre ser humano, identidade e natureza, por meio de outras maneiras de andar e de diferentes narrativas, como cantos e danças. 

Além da vivência corporal, a oficina Corporeidades afro-brasileiras e africanas faz uso de textos e documentários para cumprir seu propósito. 

A coordenadora da oficina, Júnia Bertolino, que é especialista em Estudos Africanos e Afro-Brasileiros e diretora e coreógrafa da Companhia Baobá Minas, falou sobre a proposta do trabalho desenvolvido na atividade do festival em entrevista ao programa Expresso 104,5, da Rádio UFMG Educativa, nesta quarta-feira, 7.

Ouça a conversa com Filipe Sartoreto

Outras informações sobre a programação podem ser consultadas no site do Festival de Verão ou obtidas pelo telefone (31) 3409-4220. Novidades sobre o Festival de Verão da UFMG também podem ser acompanhadas no Facebook, no Twitter e no Instagram.

Leia mais sobre a atividade em reportagem publicada no Portal UFMG.