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Expresso discute impactos dos cortes nas universidades federais

Em dia de manifestações programa conversou com professore da Faculdade de Educação

Manifestação contra o corte de verbas da Educação reuniu 250 mil pessoas, segundo os organizadores.
Manifestação contra o corte de verbas da Educação reuniu 250 mil pessoas, segundo os organizadores. Foto: Maira Cabral / Midia Ninja

Nesta quarta-feira, 15, houve paralisação das aulas na UFMG, devido às manifestações em defesa do direito à Educação e contra os cortes de verbas anunciados pelo governo federal, de 41,9% da ciência e tecnologia e 30% das verbas anuais das universidades e institutos federais do país. Os principais pontos da manifestação foram as praças da Estação, Sete e Raul Soares. A passeata contou com milhares de estudantes, docentes e técnicos-administrativos, que se concentraram no Campus Saúde e seguiram rumo à Praça Sete. Segundo nota da reitoria da UFMG, os cortes irão impactar o funcionamento da universidade, do pagamentos de serviços básicos de manutenção,tais como água, luz, bem como a compra de insumos e suprimentos essenciais para laboratórios e salas de aula. As universidades públicas são responsáveis por 95% das pesquisas do Brasil, que geram melhorias no rendimento de combustíveis, vacinas para diversas doenças, produção de novos medicamentos, inovações para a agricultura e estudo de problemas sociais e econômicos que afetam a vida dos brasileiros todos os dias.  

Para saber mais sobre os impactos do corte de 30% das verbas destinadas às universidades federais no país, O programa Expresso 104,5, da rádio UFMG Educativa,  conversou com a professora da Faculdade de Educação da UFMG e diretora do Sindicato Dos Professores De Universidades Federais De Belo Horizonte, Montes Claros E Ouro Branco - APUBH, Analise Silva.

Ouça a conversa com Filipe Sartoreto

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Produção: Gabriela Augustha e Jaiane Souza, sob orientação de Hugo Rafael