Pesquisa e Inovação

Pesquisador da UFMG analisa trilha sonora em jogos digitais

Dissertação de Marcos Mello foi defendida no programa de Mestrado da Escola de Música da UFMG

Cena do game Super Mario Bros., Nintendo, 1985
Cena do game Super Mario Bros., Nintendo, 1985 Imagem: Amit Agarwal/Flickr(CC BY 2.0)

Mesmo quando o cinema era mudo, ele já tinha música. Ainda não haviam palavras, mas ele já era sonoro: desde a primeira e histórica projeção dos irmãos Lumière, em 1895, as imagens do cinema tinham um acompanhamento musical, executado ao vivo. As tecnologias foram evoluindo, de maneira que se tornou possível incorporar o som sincronizado ao filme, e as trilhas se tornaram cada vez mais importantes no cinema. Surgiu então uma tecnologia e uma cultura que propiciavam ainda mais imersão que o cinema: os videogames. Nesse universo, os sons também estiveram presente desde os primórdios. As trilhas sonoras em jogos digitais foram o foco da dissertação de Marcos Mello, mestre pela Escola de Música da UFMG. O trabalho intitulado Trilha sonora em jogos digitais: uma análise histórica, funcional e suas relações com a música no cinema foi defendido em setembro deste ano. 

É com o autor da pesquisa que eu converso agora para sabermos mais sobre esse estudo e sobre trilhas sonoras de videogames. Boa tarde, Marcos! Seja muito bem-vindo ao Expresso 104,5.

Ouça a conversa com Filipe Sartoreto.

A TV UFMG produziu um video sobre a pesquisa de Marcos Mello, acesse em www.ufmg.br/tvufmg.
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Com produção de Larissa Fernandes, sob orientação de Luiza Glória e Hugo Rafael