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Barragens: Pesquisadores da UFMG questionam protocolos em áreas de risco

Resgate em Brumadinho
Resgate em Brumadinho Divulgação Corpo de Bombeiros de Minas Gerais

Integrantes da CPI da Barragem de Brumadinho da Assembleia Legislativa de Minas Gerais visitaram hoje pela manhã a aldeia Naô Xohã, no município de São Joaquim de Bicas. Lá vivem 25 famílias da etnia Pataxó, que foram atingidas pelo rompimento da barragem da Vale em Brumadinho no dia 25 de janeiro. Logo mais, às duas hora das tarde, os deputados realizam audiência pública na Câmara de Brumadinho  para debater os danos da tragédia na cidade e para os indígenas. Foram convidados prefeitos de 38 cidades atingidas pelos rejeitos da barragem.


Neste domingo (31), a Defesa Civil conduziu treinamentos de emergência para moradores de Honório Bicalho e Santa Rita, em Nova Lima, e de Raposos e Itabirito. Treinamentos semelhantes já aconteceram nos municípios de em Barão de Cocais e Santa Bárbara. Até o momento, 201 pessoas em Nova Lima e 4 em Ouro Preto estão fora de casa, em hotéis ou pousadas. O grupo Polos de Cidadania da UFMG emitiu nota criticando os protocolos da empresa.

Ouça reportagem de Samuel Sousa