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Estudo analisa eficácia de passes de longa distância no futebol

Série "Universidade da Bola" mostra pesquisa da UFS e UERJ

Bola

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59% dos passes de longa distância resultaram em perda da bola na última Copa do Mundo, 28% em manutenção e 12% em recuperação da posse de bola. E só 1% resultaram em finalização ao gol. É o que aponta uma pesquisa desenvolvida pela Universidade Federal do Sergipe (UFS) e Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). O estudo considerou como passe de longa distância o lançamento feito no eixo longitudinal do gramado por um jogador do meio campo defensivo com o objetivo de passar a bola para outro colega da equipe localizado no campo ofensivo. 

Foram analisados 4.512 lançamentos realizados durante as 64 partidas do Mundial 2014. Apenas as jogadas das prorrogações não foram incluídas na amostra. Os resultados mostraram que o passe de longa distância é pouco eficaz, já que na maior parte das vezes termina com a perda de posse de bola e raramente cria oportunidades de finalização.

A reportagem integra a série "Universidade da Bola".

Ouça a reportagem de Samuel Sousa

(*Com produção de Paula Alkmim)