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Tarifas de ônibus precisam de subsídio, afirma colunista

Coluna de Questões Metropolitanas repercute pesquisa que aponta passagem de BH como mais cara

Ônibus do Move Metropolitano
Ônibus do Move Metropolitano Felipe Ladislau | Wikimedia Commons

Pesquisa do Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento mostra que a passagem de ônibus em Belo Horizonte é a mais cara entre as capitais brasileiras. Dados foram divulgados em reportagem do jornal O Tempo. Além de ter um dos maiores reajustes dos últimos dez anos, 103%, a cidade também apresenta o maior nível de comprometimento do salário mínimo com transporte público, cerca de 22% dos rendimentos. Para se ter uma ideia, em Buenos Aires, esse percentual é de apenas 5%. Na coluna de Questões Metropolitanas, veiculada no Jornal UFMG desta terça, 31, o pesquisador do Cedeplar, Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional da UFMG, professor Roberto Monte-mór, a auditoria em curso dos valores cobrados em BH pode ajudar a entender melhor os preços, mas que essa ação não é suficiente para ofertar um transporte mais barato e de qualidade.

Ouça entrevista concedia ao jornalista Vinícius Luiz