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Barragem de Fundão: pesquisa da UFMG desenvolve soluções para recuperação de áreas degradadas

Trabalho foi desenvolvido a partir da seleção de plantas da Mata Atlântica tolerantes ao impacto

Rompimento da barragem lançou 50 milhões de metros cúbicos de lama na natureza
Rompimento da barragem de Fundão Agência EBC

O rompimento da barragem do Fundão, em Mariana, também causou danos ao meio ambiente. A lama afetou diretamente o Rio Gualaxo do Norte, Rio do Carmo e Rio Doce, além de ter gerado impactos significativos na vegetação. Mas três anos depois, uma pesquisa desenvolvida pela UFMG obteve resultados significativos para recuperação das matas ciliares na região atingida. 

Desde 2016, o Grupo de Estudos de Recuperação Ambiental da UFMG vem desenvolvendo um projeto de extensão que busca a constituição de modelos para recuperação da paisagem da mata ciliar que sofreu impacto dos rejeitos liberados após o rompimento da barragem de Fundão. O projeto é financiado pelo programa Participa UFMG Mariana/Rio Doce da Pró-Reitoria de extensão da Universidade e pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais. 

Ouça a reportagem de Gabriele Álvares