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Publicação aborda evolução das capas de livros brasileiros de 1820 a 1950

Em ‘A Capa do Livro Brasileiro’, Ubiratan Machado reuniu alguns dos trabalhos feitos nesses 150 anos

Obra enfatiza trabalho dos capistas, das editoras e o momento político e social das publicações
Obra enfatiza trabalho dos capistas, das editoras e o momento político e social das publicações Reprodução de frame da capa

A expressão Não julgue um livro pela capa pode até ser pertinente, mas as capas de livro são tão importantes que há até uma profissão dedicada a elas. Os designers de capas, ou capistas, são os responsáveis pela criação desta parte essencial das obras literárias. 

Em A Capa do Livro Brasileiro, o autor Ubiratan Machado reuniu alguns desses trabalhos, feitos entre os anos de 1820 e 1950. Na obra, ele enfatiza o trabalho dos capistas, das editoras e o momento político e social das publicações, e reúne cerca de 1.700 ilustrações. 

No programa Universo Literário desta sexta-feira, 2, o escritor falou sobre a evolução das capas de livros nesses 130 anos abordados em A Capa do Livro Brasileiro.

“Até a década de 1820, não existia capa de livro de brochura. O livro saía da gráfica e o primeiro elemento visual era a folha de rosto. Então, o leitor ou o livreiro mandavam encadernar o livro. Nessa década, surgiu a capa em brochura, é quando começa a minha história, que vai até 1950”, contextualizou.

Outras informações sobre a obra podem ser consultadas no site da Ateliê Editorial, onde, além de poder comprar o livro, o leitor também pode ler um trecho da publicação.

Ouça a conversa com Michelle Bruck